Entrevista | Altair Baptista, CEO da TFA Cargo

Aos 10 anos de idade, a TFA Cargo, empresa especializada em transporte internacional e nacional, quer em mais 5 anos estar entre as 30 principais empresas do mercado. Nesta entrevista, o CEO Altair Baptista, fala da empresa, seu modo de atender clientes, e porque se associou recentemente à Abralog.

Qual o diferencial da empresa?
O nosso diferencial é o atendimento. O executivo de vendas acompanha o processo do início ao fim, e não apenas no ato da venda. A equipe inteira tem treinamentos regulares de relacionamento com clientes, com foco na solução. Foi essa a motivação para criarmos a empresa: dar atenção diferenciada.

O que a empresa quer ser daqui a 5 anos?
Queremos estar entre as top 30 do mercado e ser reconhecida, pelo cliente, como uma parceira que ajuda sua empresa a crescer. E pelos colaboradores, como local excelente para trabalhar, pois são reconhecidos e valorizados. Queremos também que a sociedade nos veja como companhia que colabora com a ecologia e faz ações sociais para diminuir a desigualdade.

Nesse momento de revolução tecnológica, como a TFA Cargo encara as tecnologias disruptivas e como se prepara para essa era?
Hoje tudo é baseado na tecnologia e nós estamos atentos, acompanhando, nos adequando e aplicando, seja internamente, com sistemas e CRM, como externamente, em nossas páginas e todo tipo de canais que alcancem nossos clientes.

Como é fazer logística no Brasil?
Um desafio diário, porém, é apaixonante ver como movemos produtos e fazemos o País crescer.

Quais são as principais dificuldades?
Estrutura de portos, aeroportos e rodovias e suas legislações.

Como vê a logística brasileira?
Ainda muito burocrática, falta estrutura e incentivos.

Por que a empresa se associou à Abralog?
Para adquirir mais conhecimento, colaborar com a associação e seus associados e ter visibilidade.

Como está sendo enfrentar a pandemia?
Muito desafiador, mas estamos crescendo muito no sentido de se reinventar, se adaptar a outras estruturas de trabalho, como o home office, e usar muito a criatividade. Em resumo, sair da zona de conforto.

A empresa teve tempo de se preparar?
Não como deveria.

Em que condições está trabalhando?
Home office.

Como vê a retomada? Como ela será?
Em breve, vamos retornar em rodízio, respeitando a saúde e higiene.



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