Ministério cuida de manter transporte funcionando e os projetos em andamento

O ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, em conferência online realizado pela XP Investimentos,  na tarde deste sábado, 28.3.2020, disse que o coronavírus é o maior desafio de “nossa geração”, e que as obras de infraestrutura não vão parar nem sofrer atraso. Ao contrário: segundo ele, uma parte do ministério cuida de fazer a logística funcionar, enquanto a outra continua tocando os projetos de infraestrutura. Participaram do encontro, além do ministro, os diretores-presidentes da Cosan, Marcos Lutz, e da Santos Brasil, Antonio Carlos Duarte Sepúlveda, e Taiguara Helou, presidente da Braspress. A audiência esteve ao redor de 50 mil internautas. O ministro da Economia, Paulo Guedes, no final do dia participou de live no mesmo canal.

Estes foram os principais pontos da fala do ministro:

– Um time cuida da ação emergencial, segundo o ministro, e seu trabalho é preservar o transporte e os serviços essenciais ao transporte, para manter o abastecimento funcionando e montar a rede de atendimento ao Ministério da Saúde, para que equipamentos e os kits de testes possam chegar aos seus destinos. Tarcísio Gomes de Freitas disse que o Sest-Senat, associado Abralog, que montou 130 pontos de apoio em rodovias de todo o País, está prestando grande serviço na melhora da higiene, acolhimento e infra-estrutura alimentar. Os portos estão funcionando, o rodoviário também. O setor aéreo se organiza numa malha aérea mínima. Fundamental para a entrega de kits para testes, equipamentos de proteção individual e respiradouros.

– O outro time continua com o dia a dia dos projetos. Nada pode ser interrompido, na extensa pauta do ministério, que inclui, por exemplo, a concessão da Nova Dutra, o prolongamento da malha ferroviária paulista, com a Rumo Logística, a nova rodada de concessão de aeroportos, a venda da Eletrobrás, entre dezenas de projetos em andamento.

– A visão do ministro é de que o pós-crise será uma ótima oportunidade para a infraestrutura. “Não vejo prejuízo. Temos tudo para contornar e continuar avançando”, disse.

– “A infraestrutura vai ser um braço de recuperação da economia brasileira. Esse é o maior desafio de nossa geração. Vamos sair do outro lado e cresceremos depois da crise. Essa é a nossa guerra, esse é o desafio de nossa geração. Temos o desafio de manter o País funcionando e manter a saúde em condições. Não vamos falhar”.

 



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