Terminam CNL e Intermodal: protagonismo da logística, o novo MKT

Um painel sobre ominicalidade, e novos modelos de negócios, encerrou a Intermodal Xperience, de 1 a 3.9.2021, que teve como conteúdo a XXIV Conferência Nacional de Logística da Associação Brasileira de Logística. No debate, que durou cerca de uma hora, a logística foi considerada como novo marketing, opinião de Marcel Alonso, diretor Sênior de Logística do iFood.

A qualificação é fácil de ser compreendida, pois logística é produto, serviço, preço, entrega, mercado, pessoas, mobilidade, além de logística ser na essência uma atividade em que é sempre meta atingir o estado da arte na geração de valor, na conquista do lucro, no seu oposto, que é a redução de custos, enfim, fazer as coisas irem e virem, inclusive o País, como se vê nesta pandemia.

“Novo perfil do consumidor, ominicanalidade e a influência na modelagem logística das organizações”, título do painel, foi mediado por Pedro Moreira, presidente da Abralog, que além de Marcel Alonso, do iFood, teve como debatedores Décio Sonohara, Diretor-executivo de Logística do Magalu, e André Almeida Prado, CEO da BBM Logística

O debate, de altíssimo nível, pode ser visto no canal da Intermodal Xperience no Youtube, mas segue um breve resumo de seus principais momentos.

Décio Sonohara informou que o Magalu já entrega pedidos em até uma hora em 50 grandes cidades e regiões metropolitanas, e ele acrescentou que esses centros representam 80% do PIB nacional. Entre as situações que estão na base dessa entrega em uma hora, além de tecnologia, Sonohara citou algumas: entregar a partir de estoque disponível em dark stores, lojas com espaço exclusivo para o armazenamento, separação e envio de produtos comercializados on-line, num raio de 3,5 e 5 km; remunerar muito bem os entregadores, afinal eles são o rosto de quem vendeu; além de treiná-los e torná-los comprometidos. Insistiu: o courier tem de ser bem remunerado.

O executivo da Magalu também deu sua opinião sobre um dos benefícios de se entregar em uma hora: a conversão de vendas aumenta na medida em que o prazo de entrega cai. Outra declaração de Sinohara – é muito precioso ter centro de inovação e qualidade dentro de casa. Mas também deve-se resolver dificuldades de forma rápida –se não tem uma solução eficiente, isso é uma oportunidade – vá ao mercado e adquira.

Falou também de um termo presente a todo momento no e-commerce, a escalabilidade. Vai ganhar o jogo, garantiu ele, quem mantiver performance tanto nos períodos de alta entrega, quanto nos de baixa. Por fim, sugeriu coragem no momento de falar com o cliente. Não o engane nunca: se houver problema, diga que houve um problema da empresa e que a entrega será feita no dia seguinte, por exemplo. E sempre procure dar veemência e força – não basta entregar, e pronto. Eu prometo entregar, sugeriu!

A BBM de André de Almeida Prado, meses atrás, encarou como oportunidade entrar, via aquisição, no competitivo mercado das entregas do comércio eletrônico. Adquiriu a Diálogo Logística e acrescentou receita e visibilidade ao vistoso portfólio da companhia. Outra ação do operador logístico, que está entre os cinco maiores do Brasil, é também manter em casa um potente centro de pesquisa e desenvolvimento. Para isso, montou equipes para criação e aplicação de modelos matemáticos.

Queremos, disse ele na ‘live’, é erguer uma plataforma digital end-to-end, da matéria prima ao consumidor final, e fazer isso a partir do conceito de ominicalidade. Ao mesmo tempo em que projeta o futuro com muita tecnologia e conhecimento, Almeida Prado está com um olho também no cenário próximo.

Como seria esse consumidor pós-pandemia, voltaria ao que era, em parte? Certezas ele indicou duas: uma, não adiante sair queimando o Caixa, e, segunda, há um trade off claríssimo pairando – equilibrar custo x prazos, achar o momento ótimo.

Marcel Alonso, o Diretor Sênior de Logística do iFood, que considera a logística o novo marketing, disse que sua empresa atingiu a marca extraordinária de 20 milhões de pedidos por mês. Para ele, o e-commerce está antecipando uma performance prevista só para 2030. Há 20 anos, na Europa, informou Alonso, iFood mantém, como se viu entre os outros debatedores, centros próprios de pesquisa e desenvolvimento – e da mesma forma que Magalu, confere importância ampla a sua esquadrilha de motoqueiros.

A empresa atingiu junto aos seus clientes e consumidores o índice 70 no NPS (Net Promoter Score), nível altíssimo segundo Marcel Alonso. O Net Promoter Score é uma métrica que mede a satisfação dos clientes. 

Próxima meta da corrida contra o tempo, a que se propõe a iFood: reduzir, em média, o tempo de preparo da comida para 5′. Uma meta lógica para quem começou a fazer logística em dias, e hoje conta em minutos.

“Ao final da Xperience, a Abralog tem muito orgulho de ser o braço de conteúdo logístico da Informa Markets, pois a parceria permite elevar o nível, abrangência e divulgação da logística brasileira. Nesses três dias, falamos da logística como um todo, do que ela pode, o alto nível em que já está, e o que ainda há por fazer, pelas empresas e pelo próprio País”, disse Pedro Moreira.

Além de mediar o debate, coube também à Associação Brasileira de Logística e ao presidente, participar ativamente na criação do formato e o fio condutor das mais de 35 apresentações, uma curadoria que durante três dias reuniu 66 palestrantes, keynote speakers, 37 painéis exclusivos e dois tours virtuais inéditos, somando mais de 30 horas de conteúdo produzidos pela Plataforma de Negócios Intermodal. Foi um show de logística, o grande evento do setor em 2021.

 

Otimização da Cadeia Logística na PepsiCo
Palestrante\:
Eduardo Sacchi, Latam Operations Strategy & Regional Productivity.

Das maiores empresas de alimento do mundo, com US$ 70 bilhões de faturamento, presente em mais de 200 países com um contingente de 300 mil funcionários, a Pepsico participou da XXIV Cel com a palestra “Otimização da Cadeia Logística”,com Eduardo Sacchi, Latam Operations Strategy & Regional Productivity.

Ao falar sobre o desenvolvimento de uma malha de distribuição eficiente, Sacchi apresentou alguns desafios para transformar a cadeia de valor da empresa: captura de oportunidades de sinergia; mostrar uma só empresa aos clientes; elevar nível de serviço e reduzir custo operacional.

Segundo ele, a estratégia para simplificar o sistema, ganhar agilidade e melhor o serviço ao cliente, passou por otimização dos centros de distribuição, que ganhou mais 10 mil posições porta-paletes, reduziu em 9% o custo e conquistou 4 pontos percentuais de NPS. A transformação passou pela automação dos depósitos, nos quais foram empregados drones e ‘picking’ por meio de celulares.

Outra etapa importante foi a transformação de um novo sistema de transporte, a partir do estabelecimento de torre de controle para planejar a cadeia desde a matéria prima, até o produto acabado. Hoje já monitoramento online, programa de manutenção preditiva e muita proximidade com transportadoras parceiras.Chegou-se a índices de fleet availability, on time transfer e on time costumer, de 99%, 98% e 96%, respectivamente, segundo Eduardo Sacchi revelou na palestra.

A questão de ESG não foi esquecida nessa jornada transformadora: 10 novos caminhões elétricos foram incorporados, com redução de custos operacionais da ordem de 17%. Outra medida foi a instalação de painéis fotovoltaicos orgânicos, que produz energia suficiente para carregar os conjuntos de baterias. Mais: 18 novos caminhões Scamoa a Gás foram adquiridos (a Pepsico tem a maior frota do País). O resultado dessa opção representa redução de custo de 25% por km, 98% de redução de NOx e 33% de CO2.

Lojas Renner: Transformando a Logística para Construir um Ecossistema de Moda e Lifestyle
Palestrante:
Pedro Pereira, Logistics & Supply Chain Officer – Lojas Renner

Palestra do executivo de Logística e Supply Chain da Lojas Renner percorreu a jornada que o grupo planejou rumo à construção de um modelo de referência em moda e lifestyle líder na América Latina. Os objetivos para os próximos três anos, são os seguintes: buscar o encantamento na experiência de entrega, tracking, troca e devolução; alta velocidade na distribuição ominicanal; redução de 10% a 20% no custo do transporte ominicanal; implantação de serviços de fulfillment e transportes para sellers e parceiros, abastecimento diário para a maior parte das lojas físicas do grupo; e, importante, redução pela metade do lead time de suprimento das lojas.

Esse planejamento, como explicou Pereira, vai contar com um novo centro de distribuição, em Cabreúva, área metropolitana de São Paulo, com início previsto de construção em 2022. Terá 163 mil m2, o que praticamente dobrará essa área na companhia – hoje são 4 CDs. Servirá a todos os negócios, e seu estoque será integrado para ominichannel. Pedra de toque desse projeto ter escalabilidade, flexibilidade e produtividade.

Números de hoje mostrados por Pedro Pereira dão conta de que, no período 2015-2021, o lead time caiu 50%. Como consequência, o número de entregas em uma hora saltou do patamar de 60% para 95%, no mesmo período.

Case Grupo Pão de Açúcar: Entrega Super Express
Palestrante:
Marcelo Arantes, Diretor Executivo de Supply Chain – Grupo Pão de Açúcar

Maior varejista da da América do Sul, com 1.504 lojas, 98 mil colaboradores e faturamento de R$ 50 bilhões, o Grupo Pão de Açúcar apresentou na XXIV Conferência Nacional de Logística, durante a Intermodal Experience, seu sistema de entrega super express, que no Brasil reúne 874 lojas, das quais as mais conhecidas estão nas marcas Pão de Açúcar, Extra e Minuto.

Marcelo Arantes, diretor-executivo de Supply Chain do GPA, indicou quatro plataformas principais: Market place, Fulffilment, Fidelidade e Pagamentos. Ele lembrou também que a empresa é pioneira no e-commerce alimentar (desde 1995).

Segundo o executivo, nos últimos 12 meses, o crescimento das vendas no e-commerce foi de R$ 1,3 bilhão, sendo que no primeiro trimestre de 2021 chegaram 60% de novos clientes, em relação a esse período em 2020. O número de clientes teve crescimento de 40%, nesse mesmo espaço de medição.

Dados importantes relatados por Arantes: a rentabilidade em relação a 2020 foi de + 1,9%, a penetração digital atingiu 5,7%, o crescimento do comércio eletrônico nos três primeiros meses de 2021 foi de 137% em relação ao mesmo período do ano passado, com outra notícia agradável: o gasto médio do cliente é 2,9 vezes maior que o despendido pelos frequentadores físicos.

A entrega express é sustentada por clusters de lojas com hubs de veículos x dedicação de veículos por lojas. Solicitação de transporte é on demand, conforme necessidade de perfil de veículo. A frota é dedicada por região, servindo várias lojas, e sua capacidade é definida pela demanda diária. Os atores das entregas tem pagamento 100% variável, mais prêmio por produtividade. Há um mix de carros e motos para pedidos pequenos. Quanto maior for a relação produtividade x flexibilidade, menos veículos são necessário. Isso permite fazer entregas em 2 horas, mas em breve esse tempo será cortado ao meio para um sortimento especial.

Sustentabilidade no setor de transporte de cargas intermodal
Palestrantes:
Marcelo Saraiva, Presidente – Brado
Eduardo Araujo, Diretor de Logística – Fedex
Moderador:
Pedro Moreira, Presidente – Abralog

Marcelo Saraiva, presidente da Brado Logística, e Eduardo Araújo, diretor de Logística da Fedex, debateram o tema “Sustentabilidade no Transporte de Carga Multimodal”, durante o terceiro dia da Intermodal Xperience, na sexta, 3.9.21. O debate foi mediado pelo presidente da Abralog, Pedro Moreira.

Para Eduardo Araújo, o fato de a matriz de transporte no Brasil ser predominantemente rodoviária – e que isso tem um impacto ambiental altíssimo – é imprescindível que as empresas tenham iniciativa para reverter esse impacto. “Na Fedex sabemos que a sustentabilidade é um investimento num futuro melhor para todos, é um investimento que continuará a impulsionar o sucesso da empresa, a cadeia de suprimento dos clientes. Não pensando no ponto de vista financeiro, mas pensando no que é melhor, e é dessa maneira que a gente trabalha aqui”, afirmou.

Marcelo Sarai a destacou que a Brado vê na questão da sustentabilidade o futuro da companhia. A empresa é um operador logístico focado na ferrovia que por si emite 7 vezes menos de CO na atmosfera do que o caminhão. “Quando a gente fala de exportação, a gente anda 1,6 mil quilômetros de ferrovia e no mercado interno 1,4 mil quilômetros de ferrovia. Claro que o caminhão é muito importante nas pontas, mas a Brado já faz um trabalho com os caminhões, já tem caminhões a gás”, destacou.

Os dois executivos destacaram as ações das suas companhias rumo à sustentabilidade. A Fedex, por exemplo, tem o plano de zerar o efeito carbono até 2040, investindo US$ 2 bi de dólares em três grandes frentes: veículos elétricos, energia sustentável e sequestro de carbono. Já a Brado destacou o uso do vagão double stack, que começou a ser implantado em 2017 e foi efetivado em 2019, aumentando em 40% a capacidade de carga dos trens no Brasil, com a mesma quantidade de locomotivas. Além disso, as locomotivas são mais econômicas e menos poluidoras. A empresa também possui estações de tratamento e captação de água nos terminais.

Vetores para equilibrar a multimodalidade – Para Marcelo, a multimodalidade é uma realidade, mais rápida, barata e sustentável, mas o mercado tem que querer. “É muito mais fácil fazer todo o transporte, de ponta a ponta num caminhão. A multimodalidade traz o cliente para fora da caixa. Os clientes estão começando a repensar, a querer a multimodalidade”, observou. Ele citou que, em agosto, 35% do volume da Brado foi destinado ao mercado interno. “Está havendo uma mudança. A Brado iniciou recentemente o transporte de ovos por contêineres, de Mato Grosso para Campinas. Está havendo uma mudança de comportamento e nós podemos fazer a multimodalidade, basta o cliente querer”, ressaltou.

Eduardo afirmou que é preciso haver investimentos em infraestrutura para garantir o sucesso da multimodalidade. “Tem que ter estrutura e confiança do cliente de que seu produto chegará ao destino final”, declarou. Assessoria de Imprensa Greenbrier Maxion

Case Via: Gestão da Ociosidade na Logística
Palestrante:
Fernando Gasparini, Diretor Executivo Supply Chain e Distribuição – Via

A Via Varejo, que há algumas semanas mudou o nome para apenas Via, apresentou palestra sobre a gestão da ociosidade na logística. Fernando Gasparini, diretor-executivo de Supply Chain e Distribuição, anunciou na oportunidade que a empresa está pronta para entrar no Fast food delivery. A Via, além de administrar o e-commerce Extra.com.br, opera três grandes redes; Casas Bahia, PontoFrio e Bartira.

A empresa conta com 27 centros de distribuição, 1.052 lojas hub, 1.600 polos de cross docking, 4 mil veículos rodando diariamente, e 300 mil entregadores de última milha. Estes estão na Asap, adquirida pela então Via Varejo, e é o maior operadora de última milha do grupo. Ela vai se transformar, de acordo com Fernando Gasparini, num Gateway de fretes, reforçando a eficiência operacional e de custos.

O Impacto do ESG no Ambiente Empresarial e na Atração de Investimentos
Palestrante:
Mário Mafud, Vice Presidente – GEF Capital Partners

Palestra extremamente oportuna e atual. Veja a íntegra no canal Youtube da Intermodal Xperience Mafud, vice-presidene do GEP Capital Partners, listou tendências que já se verificam no País:

– Os instrumentos de dívida com base no desempenho ESG estão se tornando mais populares do que aqueles baseados apenas no uso de recursos

– Os bancos tornam-se emissores relevantes de títulos e valores mobiliários ESG

– Crescimento dos fundos de impacto atraem investidores institucionais

– A avaliação de impacto estará cada vez mais presente nas estruturas de análise ESG

– Aumento da quantidade de recursos ESG começa a movimentar capital e preços na economia real

– Mudanças climáticas – tema relevante na área de compliance de instituições financeiras

-Reação de empresas brasileiras – Brasil perdendo prestígio nas questões ambientais

– Tomada de posição institucional do investidor em relação a questões ESG – por exemplo, desmatamento na Amazônia

– Linha de Compensação Executiva para Metas ESG

– Os temas ESG passam a fazer parte do conselho e dos comitês de empresas de uma forma mais estruturada

Case Log-In e Baterias Moura: Uma parceria de logística sustentável levando energia do Brasil ao Mercosul
PALESTRANTES:
Maurício Alvarenga, Diretor Comercial – Log-In Logística Intermodal
Marcelo Lima, Gerente de Logística e Atendimento – Grupo Moura

Log-in Logística Intermodal e Baterias Moura, mostraram longa parceria que mantém no transporte de cabotagem Maurício Alvarenga, diretor Comercial da Log-in, e Marcelo Lima, gerente de Logística da Moura, falaram da operação e das vantagens que explicam a robusta colaboração entre as duas marcas, que se iniciou em 2015.

Algumas delas: as baterias vão para distribuidores brasileiros por cabotagem até pontos de baldeação. A logística reversa, parte muito importante desse relacionamento comercial, é usada no retorno com baterias inservíveis, o que inclui as embalagens plástica. Os insumos para a produção das embalagens, o polipropileno, estão nesse pacote.
Da mesma forma, a cabotagem é o transporte pelo qual os produtos da Moura são exportados para as montadoras argentinas; a exportação ocorre também para o Paraguai. suas plantas

O transporte por cabotagem têm características marcantes, como zero roubo ou avaria desde que a colaboração começou, além de uma atraente taxa de redução de CO2 – a estimativa para este ano é de – 11.600 toneladas.

Case Modal GR: Terminal Exportação Celulose
Palestrantes:
Luiz Simões, Sócio Fundador – ModalGR
Leandro Duca, Lider de Projetos – HexagonPro – ModalGR

Case MDias Branco: Automação na Integração das Fabricas, CD´s e Distribuição
Palestrante:
Valdeci Kossar, Especialista em Automacao e Integração – Águia Sistemas de Armazenagem S/A
10h45 às 11h15 | Case Reciclo – Logística Reversa Havaianas
11h15 às 11h45 | Case MDias Branco: Automação na Integração das Fabricas, CD´s e Distribuição

Tour Virtual – T-Gestiona -Logística Reversa
Palestrante:
Ronaldo Barbim Pirana, Gerente Sr. de Projetos e Novos Negócios – T-Gestiona
Roberto Kazuhiro Mineta, Gerente Sr. de Operações – T-Gestiona
Gerardo Federico Antonio Weiland, Diretor Geral – T-Gestiona

Painel Desestatização dos Aeroportos
Palestrantes:
Daniel Ramos Longo, Coordenador-Geral de Acompanhamento de Mercado do Departamento de Políticas Regulatórias – Secretaria Nacional de Aviação Civil
Jacqueline Azevedo, Gerente de Outorgas Aeroportuárias da Superintendência de Regulação Econômica de Aeroportos – Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC

VEJA TODOS OS CASES DA XXIV CNL NO CANAL YOUTUBE DA INTERMODAL

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

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A Abralog faz bem para sua logística



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